Gabriel Bozano escreve sobre o que resta quando o tempo apaga tudo — menos o que dói.
Um homem acorda num beco no primeiro dia do ano sem nome, sem memória, sem nada. Janeiro vai empurrá-lo para frente — com seus santos, suas tragédias, suas luas e seus mortos. Enterros de Janeiro é sobre o que se planta quando não há mais nada para perder.
Conhecer o livroAs sementes não haviam fugido. Haviam ficado no escuro e haviam feito o que as sementes fazem, o movimento invisível, lento, anterior a qualquer forma, de começar a ser.